quarta-feira, setembro 16, 2009

Grande vazio




Então, eu fico matutando... Como pode existir tanta inexistência? Para mim, isso se percebe pela quantidade de arrependimento que há numa pessoísse qualquer. Eu fico fula e falo coisas que nem existem.

4 comentários:

Tita Guedes disse...

bem, nem sei se entendi, mas isso deu onda...estava aqui matutando também e conversando sobre a diferença entre indivíduos e pessoas, e pensando na minha monografia, cheguei a ter dúvidas se mulheres chegam a ser um outro...

o que nós somos, paula? nós existimos?

desculpe o desvio do assunto, é a minha religião. Vejo problemas de gênero em tudo...

beijos!

Tita Guedes disse...

corrigindo a digitação errada, não é "um outro". "Um outro" a gente é, e sabemos desde que tia Simone contou.

eu quis dizer "um ou outro", nem pessoas, nem indivíduos.

mas, sabe que até fez sentido? "um outro" ainda existe, né?

beijos!

paula; disse...

Então, Kátia... "tia Simone" nos contou e ajudou um bocado. ^^ Mas eu tenho uma coisa.. me dizia feminista dos 13 aos 16 anos. Depois, parei. Já não consigo mais separar as coisas nesse sentido. Reconheço individualidades mas não as categorizo. Relevo a luta feminista mas não luto por isso. Busco entender a diferença enquanto diferença participante de uma unidade maior. E essa é a minha questão principal e geradora de todas as outras: essa unidade existe? Creio que sim. E a persigo acima de tudo. Antes de ser mulher, sou um ser vivo. Existimos tanto quanto um peixe, uma flor ou um homem. E isso, pra mim, é o mais importante.

Um beijo!

Max disse...

"that's right mannnn!!!" (cate blanchet [ou bob dylan?])