domingo, maio 31, 2009

Lacuna.

(...) Turvo. Turvo. As imagens não se formam. Esforçam-se, mas permanecem na esfera do borrão. Os olhos da Razão mingüam ao vislumbrarem a imagem do real caminhante. Espera. Espero. & espero. Esforço homérico sem valor. Ninguém vê. Vê! "Somente se pode definir aquilo que não tem história". Donde estás? Cadê? Ah, maldito!, como se apropria do passado com suas tintas de sombra! Cospe e espalha, apaga o verde do peito com pincéis sujos de cinza. Eu digo que se dane! e sinto o vazio do falso. Lamentações sobre a lacuna...


Yo La Tengo; Green Arrow

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